Para professores: bom regresso às aulas!

A Escola, pela sua função formadora e transformadora, tem um papel preponderante na formação da personalidade dos seus alunos durante o seu desenvolvimento.

A Escola é um espaço privilegiado de confronto de ideias, de debate, de troca de conhecimentos e experiências, de convivência e de contradições em busca de soluções para os diferentes problemas sociais.

Neste contexto, a missão do professor é transmitir o conhecimento científico, como também valores e experiências culturais.

O professor tem a árdua missão de formar agentes a fim de garantir a identificação recíproca entre a identidade cultural e social de cada um e o ensino.

O Professor como Promotor de Desenvolvimento Pessoal e Mudança Social

Extrapolando esta abordagem para o processo de ensino/aprendizagem, advogamos que o professor também é um promotor de desenvolvimento pessoal e mudança social, pois prepara, forma e transforma, com a sua influência, as mentalidades e as consciências dos seus alunos. Desenvolve na sua atividade profissional uma tarefa fundamentalmente educativa, de equilíbrio, de certeza e de razão.

É inevitável que o professor cumpra com isenção, modéstia, com honra, brio profissional e com um elevado sentido de responsabilidade esta árdua, mas honrosa tarefa de ensinar e educar.

Em toda a sua atividade profissional, o professor deve colocar em primeiro lugar o brilhantismo, a ética e a deontologia profissionais. Quando procede desta maneira, o professor estará em condições de responder e de corresponder com a dimensão funcional da sua tarefa, mesmo sem ver no imediato o fim bom a que as suas ações conduzem.

Neste sentido, o professor tem como dever transmitir claramente conhecimentos, experiências e valores culturais aos seus alunos, assim como, aprender com as experiências dos mesmos, que sempre têm alguma coisa para transmitir, além de aprenderem. No entanto, o professor também deve saber aprender, enriquecer e crescer enquanto ser humano com aquilo que os seus alunos e as vivências das suas práticas lhe ensinam.

Todos estes princípios devem ser considerados, mesmo que ideais políticos ou meramente contextuais lhe apontem fins que, aparentemente, nada sirvam aos princípios que bem orientam a sua ação.

A Mestria e a Humanidade como Princípios Orientadores da Ação Educativa

Despedimo-nos pois, da melhor maneira, deixando como ponto de conclusão desta pequena reflexão, em torno da ação do professor, uma referência a uma formulação possível do imperativo categórico, que rege a ética deontológica de Kant, “age de modo que consideres a humanidade tanto na tua pessoa quanto na de qualquer outro, sempre e simultaneamente como um fim e nunca como um simples meio para alcançares um fim.” Assim, assumindo o papel de professor/mestre escola ou de saberes. Cada professor na sua mestria e humanidade saberá pois como aplicar este princípio na orientação das suas ações transformadoras junto de cada um dos seus alunos, em prol de um bom ano letivo.

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